Semana passada eu comecei a correr e tenho corrido quase todas as tardes desde então.
Não comentei o fato com muita gente, achei desnecessário. Mas sempre que alguém fica sabendo que eu estou correndo, todos querem saber o motivo: -Quer perder a barriga? -Quer entrar em forma? -Tá correndo pra que?
Eu sei lá porque motivo específico. Estou correndo porque quis correr. Simples assim.
Ninguém pode mudar os hábitos sem algum motivo. Não tem lógica, todo mundo precisa de um motivo pra fazer algo.
E parece inconcebível começar alguma coisa só porque eu quis. E se me cansar, amanhã, na próxima semana ou daqui a 10 anos, eu paro. Sem frustrações, sem arrependimento e provavelmente sem motivo, assim como eu comecei.
Por que todo mundo precisa de um motivo?
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Quando se está no meio dos ídolos
E olha que eu achei que não falaria de futebol por aqui, mas como não falar?
Como torcedor, acho que acompanhei desde o fim de uma época em que pode ser considerada a idade média do meu time até os dias de glória pelos quais ele passa hoje.
Mas eu quero falar de uma coisa diferente de história, tradição, qualidade, camisa e tantos outros termos amplamente utilizados pela imprensa esportiva. Nem é meu objetivo exaltar aqui o maior time do mundo, que já teve o maior jogador de todos os tempos, enfim…
Quero falar de como eu me senti uma parte, mesmo que pequenininha, disso tudo.
Era 22 de junho de 2011, dia da final do maior campeonato do continente americano. A emoção já vinha desde o começo do campeonato, mas aumentava a cada classificação, a cada jogo.
E a última semana tinha todo aquele ambiente místico de final de campeonato. 0 x 0 no primeiro jogo, decisão em casa, quase 40000 pessoas estariam no estádio pra gritar euforicamente durante o jogo e, se tudo corresse bem, muito mais após o apito final.
7500 km e um oceano me separavam do local sagrado e era, de alguma forma, impossível ser um dos que estariam no estádio.
E então, nessa bela e fria quarta-feira, logo nas primeiras horas do dia, lá está, na capa do site do time, um vídeo que exalta o jogo da final, com depoimentos de jogadores importantes e uma sequência peculiar de pessoas no final:
Diego -> Coutinho -> Robinho -> Eu -> Pelé -> Fim do vídeo
E assim, de longe, de alguma forma igual ao Pelé (como eu já falei antes, mesmo que pequenininha), eu pude fazer parte do terceiro título da América e ficar ainda mais feliz com o desfecho da história, que todo mundo acompanhou.
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O dia em que eu resolvi deixar o cadarço desamarrado
Era um dia comum, uma segunda-feira. Acordei atrasado, me arrumei com pressa e logo fui pro trabalho. Até aí nada de incomum.
Cheguei lá e tinha uma reunião logo cedo. Quando me levanto da cadeira já ouço o primeiro aviso do dia:
- Teu cadarço tá desamarrado!
- Opa, obrigado.
Fui pra reunião com ele assim mesmo enquanto pensava no quanto pessoas se sentiriam incomodadas com meu cadarço desamarrado. Era só eu não ter o azar de tropeçar e cair.
Chegando à sala de reunião logo fui avisado da falta de amarras. Concordei com a cabeça e continuei ali, como se nada tivesse acontecido.
Voltando pra minha mesa acho que fui avisado mais umas duas vezes, fora as inúmeras vezes durante o dia todo.
Depois desse pequeno experimeno social, no fim do dia, amarrei o cadarço e deixei de ser um transgressor de convenções.
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Certezas
Sabe aquelas coisas que você teve curiosidade, mas nunca teve disposição ou coragem pra fazer? Então, deixar o cabelo crescer, pra mim, era uma dessas coisas.
Há quase dois anos atrás, lembro de um amigo me perguntar se eu já havia sido cabeludo. Prontamente eu respondi que nunca tive cabelo grande e, ainda naquela época, tinha certeza de que nunca teria.
O mesmo tipo de certeza que eu tinha quando já tinha viajado pra três continentes e pensei que talvez ainda visitaria a Oceania, mas nunca a África.
O problema não era o cabelo grande em si, mas a fase intermediária e interminável, enquanto ele cresce, na qual fica-se bem estranho.
Mas, no fim das contas, eu fiquei estranho, num lugar estranho, com pessoas estranhas. Até aí nada de estranho, afinal.
Beleza. Foi bem bacana até agora, mas acho que já deu. Depois de um tempo esqueci qual era o propósito inicial, se é que houve algum, porque não me lembro mais…
E foi legal perceber depois que era perfeitamente possível e totalmente indolor. Na verdade eu até gostei mais do que achei que fosse gostar.
E quem sabe eu ainda não aprenda violino ou more na Escandinávia? Porque, com certeza, não desisti de visitar a Oceania.
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Chuva
Chove. E não é muito comum chover por aqui, mas chove desde que o dia começou.
Cheguei em casa há pouco, depois de um dia longo e entediante. Nem todos os dias são assim, mas hoje foi.
Não há eletricidade também e com isso não muito o que fazer. A bateria do notebook deve agüentar umas duas horas e depois disso só me resta dormir.
Deitei na cama e fiquei observando as gotas de chuva escorrerem pela janela. Não sei por que, mas olhar pra chuva me deixa nostálgico. Desde criança, me encanta ver gotas de água caindo do céu. Já passei muitos momentos, em várias épocas da minha vida, olhando pra chuva e talvez a nostalgia venha da lembrança desses momentos.
É incrível como é possível se sentir sozinho, mesmo rodeado de pessoas. Aqui, deitado na cama, olhando a chuva, me sinto sozinho apesar de ter mais gente em casa.
Não faz nem uma semana que cheguei e já me sinto só. É engraçado perceber que até o ar é diferente e apesar de gostar daqui, prefiro lá.
E eu que achava que já estava craque em me adaptar a mudanças. Ou talvez, estar lá de novo tenha mudado tudo e voltar agora tenha sido diferente.
Sei lá.
Tinha decidido não pensar muito nisso, mas o que fazer numa noite chuvosa e fria? Olhar a chuva não está ajudando…
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Telefonia Celular
Um dos serviços que não são muito bons por aqui é o de telefonia fixa. Existe apenas uma empresa estatal, mais ou menos como era no Brasil antes da privatização. Se você solicita uma linha, tem que dar sorte de ter infra-estrutura pronta na sua rua e muita paciência para esperar que seja feita a instalação na sua casa.
Por outro lado – e acredito que por consequência da telefonia fixa ser ruim – os serviços de telefonia celular são muito bons. Existem quatro grandes empresas concorrentes e a cobertura, nas cidades, é de praticamente 100%. Me arrisco a dizer que não fiquei sem sinal em lugar algum enquanto estava dentro de alguma cidade.
Além disso, todas as operadoras oferecem pacotes de internet 3G e 3,5G (HSDPA) que podem inclusive ser comprados como pacotes pré-pagos, que expiram em 2 meses. Esses pacotes também são por banda utilizada e vão desde 5 MB até 20 GB.
Quando cheguei aqui e estava sem internet, utilizei a internet 3G por um tempo e era realmente rápida (por sorte meu telefone já era 3G, então só tive que comprar um chip, que custou R$ 0,25). Conseguia falar no Skype com vídeo sem problemas, coisa que as vezes não consigo tão bem com a internet que tenho em casa.
Como meu computador é um notebook, sempre que vou viajar,compro um pacote de dados pré-pago e continuo com acesso, onde quer que eu vá.
E os preços, para telefonia, são até mais baratos: o preço do minuto pré-pago é de no máximo R2.85 (aproximadamente R$ 0,70) e ficam mais baratos, com planos pós-pago.
E para a internet 3G, os preços variam de R2.00/MB até R0,19/MB (R$0,50/MB até R$0,05/MB, aproximadamente), dependendo da quantidade de dados comprada. Não sei como estão os preços no Brasil, mas já cheguei a pagar R$6,00/MB.
Já os preços de aparelhos não são muito diferentes.
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Meu dia
Essa foi a minha última sexta-feira
A qualidade está baixa, porque eu tirei as fotos com o celular, pra não ficar andando por aí com uma câmera na mão…
7:00
Hora de acordar

7:02
Escolher uma roupa pra trabalhar, ou seja, fechar os olhos e pegar uma camisa random

7:05
Escovar os dentes e tomar um banho

7:35
Caminho pro trabalho (nesse dia eu estava de carona)


8:00
Chegada ao trabalho

9:00
Mesa de trabalho

12:00
Almoçar num restaurantezinho

12:20
Chegou meu prato de feijoada (que é uma coisa rara, pois aqui quase não se come feijão)

13:00
Tchau restaurante…

17:10
Indo embora do trabalho, passando em frente a uma concessionária da Jaguar

17:30
Parada estratégica na loja de bebidas

18:00
Chegando em casa

18:10
Um pouquinho de internet, enquando a cerveja está gelando…

19:00
A cerveja já está no ponto e o barzinho reabastecido


20:00
Churrasquinho, pra encerrar bem a semana

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Indo ao boteco
Estávamos indo ver um jogo do Brasil no Ellis Park, que fica em Joanesburgo, em um bairro não muito seguro, se é que dá pra entender. Tivemos que estacionar o carro na rua e ainda sim andar um bocado pra chegar ao estádio, o que nos obrigava a andar pelo bairro durante a noite.
Mesmo com todo o policiamento, ainda era uma senasação estranha andar por aquelas ruas escuras entre casas cheias de grades e estabelecimentos comerciais nada amigáveis.
Quando um de nós (o carioca ixperrrto) resolve tomar uma com os negões num bar ali mesmo e sem perguntar nada, já entra no bar. Eu não gostei muito da idéia, pois era um tipo de bar que nem no Brasil eu me arriscaria a entrar, mas como tinha vários carros de polícia por ali, acabei entrando pra ver como era…
Não preciso dizer que éramos os únicos brancos (numa escala de cor onde 0 é o Michael Jackson e 10 é o Usain Bolt, eu estaria no máximo em 2) dentro do bar e que todos pararam pra nos olhar quando entramos.
O bar era extremamente mal iluminado, tinha uma Jukebox, algumas mesas de sinuca bem acabadas, o caixa era inteiro cercado por uma grade e tinha uma pequena porta, por onde o atendente recebia o dinheiro e entregava as bebidas.
Entramos e fomos ao caixa comprar cervejas, e nesse ponto eramos a atração da noite no boteco. Alguns vieram nos cumprimentar e instantaneamente já pediam dinheiro, seja pra uma cerveja, seja pra um cigarro, mas eles queriam que a gente pagasse alguma coisa pra eles.
Falamos que eramos brasileiros e estavamos indo ver o jogo e era praticamente a mesma resposta de todos: “Brasil, legal, vocês vão ganhar o jogo! Mas você não tem uma grana aí pra eu comprar um cigarro?”
Depois de dar ums moedas a uns dois ou três eu achei que a experiência já tinha sido suficiente e disse pro pessoal que acabando a cerveja devíamos ir embora. Então acabamos com nossas cervejas (aqui não se pode beber na rua) e saímos do bar ainda inteiros. Bem quase, pois quando chegamos ao estádio, um de nós percebeu que a câmera tinha ficado no bar, na mão leve de alguém de lá…
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Serviços
Como eu tinha prometido esse será um post sobre os serviços daqui. Vou falar de dois casos que aconteceram comigo.
Uma das primeiras coisas que eu tive que fazer quando cheguei aqui foi abrir uma conta bancária. Fui até Pretória, em uma agência (Nedbank) que fica junto a embaixada brasileira, falar com uma gerente que já tinha feito isso pra vários brasileiros. Levei a papelada, estava tudo certo, porém não seria possível aquele dia, pois o sistema estava fora do ar. Tudo bem, isso acontece com bancos brasileiros também, pensei. Voltei no outro dia, assinei a papelada e estava tudo certo, já tinha a conta aberta.
Mas não tinha cartão ainda. Este seria enviado para uma agência próxima da minha casa e em uma semana eu seria avisado por telefone pra retirá-lo. Passada uma, duas, três semanas, eu fui até a agência pra perguntar onde estava o meu cartão. Descobri que ele havia sido enviado para um supermercado (queria saber por quê um cartão de banco vai para um supermercado) no mesmo shopping onde fica o banco e que eu teria que esperar mais uma semana para ele retornar ao banco e eu poder retirá-lo.
Duas semanas depois, voltei ao banco para perguntar do cartão, que não havia chegado e agora eles nem sabiam onde estava. Pedi pra cancelarem o cartão e pedirem outro, que seria mais rápido. E de fato foi: uns dez dias depois o novo cartão chegou e eu pude, enfim, ter acesso a minha conta.
Alguns dias depois, me ligaram do banco dizendo que meu primeiro cartão havia chegado e que eu deveria voltar lá pra retirá-lo. Não voltei e só espero que eles não cancelem o que está comigo.
Outro serviço foi a internet. A internet aqui é uma coisa que precisa evoluir muito e espero mesmo que isso aconteça já para a copa do mundo no ano que vem. O esquema aqui é por consumo de banda, e eu assinei um pacote de 10GB/mês que é o pacote máximo que a empresa (iBurst) oferece. Aliás, eu tinha outras duas opções que eram a internet da empresa de telefonia, mas para isso eu teria que esperar que instalassem um telefone em casa primeiro, ou a internet 3G, que até funciona muito bem, mas o custo é aproximadamente o dobro do que eu pago hoje.
Até aí tudo bem, não é uma questão necessariamente de prestação de serviço. Pra poder assinar eu tinha duas opções, a primeira era fechar um contrato de dois anos, que me daria o equipamento (modem + antena – a internet é via rádio) ou fazer um pacote mês a mês e teria que comprar o equipamento.
Fui até a loja, preenchi um formulário e tive que esperar uma semana para saber se eu seria aprovado para o contrato de dois anos. Ninguém me ligou pra avisar, eu tive que ir até a loja para perguntar e saber que o contrato não havia sido aprovado, pois eu era estrangeiro.
Decidi então fazer um contrato mês a mês e comprar o equipamento. Nesse ponto o vendedor foi até legal, pois ele me disse para esperar dois dias que ele conseguiria um equipamento que estava sendo usado como demonstração e que seria a metade do preço de um na caixa. E realmente ele conseguiu o equipamento e até me ligou para avisar.
Levei então a papelada para fazer o contrato mês a mês. O vendedor me explicou que eu teria que pagar um proporcional sobre o mês corrente, mas que este proporcional só seria cobrado junto com a primeira parcela, que por sua vez, venceria no final do próximo mês. Pra não ter dúvida eu perguntei umas duas vezes se eu tinha entendido direito: eu ficaria um mês e meio sem pagar e depois pagaria uma inteira mais o proporcional. O vendedor confirmou e o chefe dele, que estava junto na hora, também.
Alguns dias depois, qual não foi a miha surpresa? Chegou um e-mail da iBurst dizendo que se eu não pagasse, a internet seria cortada. Fui até a loja e os caras ligaram para a central, pra então me dizer que tinham se enganado. Como eu ainda estava sem meu cartão do banco e sem acesso a minha conta bancária, fiz um depósito na conta que me mandaram por e-mail, escaneei o comprovante e enviei pra eles por e-mail mesmo.
No início do próximo mês o que aconteceu? Debitaram da minha conta a parcela toda daquele mês, que tinham me garantido que era só no final do mês. E pra completar, debitaram novamente o proporcional que eu havia pago por depósito. Aliás, até hoje não me devolveram essa grana.
Isso sem falar nas outras coisas que aconteceram com alguns amigos, como cancelar o plano de saúde e não avisar, notebook voltar da garantia com a tela quebrada, etc…
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Copa das Confederações
Uma das minhas preocupações quando cheguei aqui foi a de conseguir os ingressos, pois estavam disponíveis apenas no site da fifa e era necessário fazer um cadastro e esperar pela aprovação – e nem todos seriam aprovados, ficava a critério da fifa. Fiz o cadastro e, não sei porquê, não fui aprovado.
Achei que não conseguiria assistir aos jogos, mas alguns amigos tinham sido aprovados e tinham ingressos extras, então certamente conseguiria comprar algum.
Depois de um tempo, a fifa abriu postos de venda, sem a necessidade de cadastro e aprovação – que foi quando eu consegui comprar os ingressos.
A princípio comprei apenas dois jogos da primeira fase (Brasil x Itália estava muito caro, por isso não comprei) e a final. Custaram aproximadamente R$50 os da primeira fase e R$100 a final.
Porém, como alguns amigos tinham ingressos extras acabei comprando o ingresso pra Brasil x Itália e também para África do Sul x Iraque e Itália x Egito.
No final, assisti a sete jogos e do Brasil eu só não vi Brasil x África do Sul na semi-final.
A organização estava razoável, porém acredito que para um evento maior, como será a copa do mundo, algumas coisas tem que melhorar.
Como aqui praticamente não há transporte coletivo, todos vão aos estádios de carro, causando grandes congestionamentos.
As ruas próximas aos estádios eram bloqueadas e existiam estacionamentos oficiais da fifa (onde você parava o carro e ia a pé ou um ônibus te levava até próximo ao estádio), porém a sinalização para estes estacionamentos não estava lá essas coisas e os policiais e seguranças do local não sabiam informar direito onde eram.
Consequentemente, existia um número incontável de flanelinhas querendo que você estacionasse nas ruas, que muitas vezes não pareciam seguras. No entanto, existiam muitos policiais nos arredores dos estádios.
Com relação aos estádios, eu achei muito bons. A entrada era tranquila, tinha bastante gente para orientar, todos os lugares eram marcados e em um dos banheiros que fui tinha até sabonete. Porém os atendentes dos lugares onde se vendia comida e bebida poderiam ser melhor treinados, pois demoravam muito, o que era motivo para longas filas.
As tão faladas vuvuzelas da torcida, na minha opinião, não incomodam tanto quando se está no estádio. Como fazem parte da cultura local e são até divertidas para quem as usa, acho que a mídia deveria parar com essa frescura de querer baní-las.
E a torcida daqui é algo a ser destacado. O pessoal que vai ao estádio queria ver espetáculo, não importando quem ganhasse, ou seja, qualquer lance legal, independente do time, era motivo de comemoração.
Somando tudo, acho que a África do Sul até mandou bem na Copa das Confederações, pois eles quiseram apenas fazer o simples e da melhor forma que pudessem.
E foi muito bom ver o Brasil campeão, até porque eu nunca havia visto um jogo da seleção brasileira no Brasil.
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